segunda-feira, 12 de novembro de 2012

(Re)começar

A nossa vida é uma incógnita. Hoje estás bem. Amanhã não sabes.
Talvez eu não desejá-se nada.
Talvez eu não ambicioná-se nada.
Talvez eu.
Talvez eu, apenas desejá-se que tudo continuá-se tal e qual. Preferível seria chorar amores perdidos. Amores em vão. 
Talvez (hoje) eu pense que tudo passou. As noites dormidas noutra cama que não a minha. As noites de olhos cravados ao tecto a desejar que tudo passá-se. Mas uma parte de mim diz que este novo caminho ainda está no início e daquele caminho que deixei para trás, de tudo tenho saudade. Das pessoas. Da faculdade. Tanta, tanta coisa.
Seja esta a oportunidade de encarar tudo de novo. 
Avançar para a frente.
Pois, se existe uma nova oportunidade de viver, porque não haverei de aproveitar?

(Com um pedido de desculpa.)

sábado, 11 de agosto de 2012

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Antes ilusão do que nova desilusão.

Eu gosto do teu sorriso, mesmo quando não é esboçado para mim.
Gosto, também, do teu perfume, mesmo quando é o preferido da outra.

Eu gosto do teu olhar, quando brilha, mesmo que seja em direcção oposta à minha.
Gosto, também, de quando me olhas. Que me dá apenas vontade de perguntar o que vai na tua mente.

Eu gosto dos teus cabelos, mesmo sabendo que não os posso agarrar.
Gosto, também, dos teus pés, mesmo sabendo que não vêm mais ter comigo.

Eu apenas tenho que aprender a lidar com todos os  meus gostos. Ter-te aqui, já só faz parte de uma ilusão.
Crescer com isso, e com um grande sorriso no rosto.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Uma questão de...

Já Mariza, diz que é dela e nosso aquele fado. 
A minha voz não permite. Num tom rouco, pronuncio as palavras da ausência. Poder-se-ia dizer que são de dor. Mas, a própria dor, quando melódicamente pronunciada, torna-se perceptível ao coração de todos. Diria que mais facilmente nos mexe o coração, a tristeza do que a alegria. Ou isso, é mais uma questão de personalidade e que se altera com o estado de espírito.
Faz sentido então dizer que, esta dor é minha. Não tua. Não a entendes. Não a sentes. Nem sei qual é o teu sentido, ou sequer o teu espírito.

(Ao som de: Fala-me de Amor, Santos e Pecadores)

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Eles dizem, eu acredito, mas o que eu sinto, só eu sinto.

Dizem que os sorrisos são a forma mais espontânea de mostrar a alguém o que sentimos. Eu acredito nisso. 
Dizem que um beijo é a forma mais simples de dizer a uma pessoa o quanto a amamos. Eu acredito nisso.
Sem nos apercebermos, mostramos aos outros, tudo o que sentimos pelas formas mais simples. 
De nada serve os presentes exuberantes e a forte tendência de querer estar sempre a agradar. 
O que é importante, é visível nas formas mais simples. E são essas as mais bonitas.
E como alguém diria: Amar-te não vale a pena, vale a vida.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Banalidades

Sabes o que é mais ridículo? É seres demasiado banal, e nem te dares conta disso.

sábado, 2 de junho de 2012