segunda-feira, 12 de novembro de 2012

(Re)começar

A nossa vida é uma incógnita. Hoje estás bem. Amanhã não sabes.
Talvez eu não desejá-se nada.
Talvez eu não ambicioná-se nada.
Talvez eu.
Talvez eu, apenas desejá-se que tudo continuá-se tal e qual. Preferível seria chorar amores perdidos. Amores em vão. 
Talvez (hoje) eu pense que tudo passou. As noites dormidas noutra cama que não a minha. As noites de olhos cravados ao tecto a desejar que tudo passá-se. Mas uma parte de mim diz que este novo caminho ainda está no início e daquele caminho que deixei para trás, de tudo tenho saudade. Das pessoas. Da faculdade. Tanta, tanta coisa.
Seja esta a oportunidade de encarar tudo de novo. 
Avançar para a frente.
Pois, se existe uma nova oportunidade de viver, porque não haverei de aproveitar?

(Com um pedido de desculpa.)

sábado, 11 de agosto de 2012

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Antes ilusão do que nova desilusão.

Eu gosto do teu sorriso, mesmo quando não é esboçado para mim.
Gosto, também, do teu perfume, mesmo quando é o preferido da outra.

Eu gosto do teu olhar, quando brilha, mesmo que seja em direcção oposta à minha.
Gosto, também, de quando me olhas. Que me dá apenas vontade de perguntar o que vai na tua mente.

Eu gosto dos teus cabelos, mesmo sabendo que não os posso agarrar.
Gosto, também, dos teus pés, mesmo sabendo que não vêm mais ter comigo.

Eu apenas tenho que aprender a lidar com todos os  meus gostos. Ter-te aqui, já só faz parte de uma ilusão.
Crescer com isso, e com um grande sorriso no rosto.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Uma questão de...

Já Mariza, diz que é dela e nosso aquele fado. 
A minha voz não permite. Num tom rouco, pronuncio as palavras da ausência. Poder-se-ia dizer que são de dor. Mas, a própria dor, quando melódicamente pronunciada, torna-se perceptível ao coração de todos. Diria que mais facilmente nos mexe o coração, a tristeza do que a alegria. Ou isso, é mais uma questão de personalidade e que se altera com o estado de espírito.
Faz sentido então dizer que, esta dor é minha. Não tua. Não a entendes. Não a sentes. Nem sei qual é o teu sentido, ou sequer o teu espírito.

(Ao som de: Fala-me de Amor, Santos e Pecadores)

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Eles dizem, eu acredito, mas o que eu sinto, só eu sinto.

Dizem que os sorrisos são a forma mais espontânea de mostrar a alguém o que sentimos. Eu acredito nisso. 
Dizem que um beijo é a forma mais simples de dizer a uma pessoa o quanto a amamos. Eu acredito nisso.
Sem nos apercebermos, mostramos aos outros, tudo o que sentimos pelas formas mais simples. 
De nada serve os presentes exuberantes e a forte tendência de querer estar sempre a agradar. 
O que é importante, é visível nas formas mais simples. E são essas as mais bonitas.
E como alguém diria: Amar-te não vale a pena, vale a vida.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Banalidades

Sabes o que é mais ridículo? É seres demasiado banal, e nem te dares conta disso.

sábado, 2 de junho de 2012

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Era (sou) criança

Hoje é o dia da criança.
Não vais entender estas linhas que escrevo, de emoções que me fizeste descobrir, tal e qual uma criança pequena em busca do mundo. Porque até tu, ainda hoje és, um mundo a descobrir.
Nunca irás entender, que nos teus braços, tornava-me aquela criança que sorri quando a apertas, porque vai sentir calor, e cheirar o mais belo perfume como uma borboleta que anda de flor em flor. Não vais entender que me sentia como uma criança a fazer tranças a uma barbie, quando os meus dedos invadiam os teus cabelos. Nunca te contei, mas cada beijo que me deste foi como se fosse o primeiro, atrapalhado, inesperado e para o qual fiquei quase sem resposta. Sentir os teus lábios nos meus, foi como quando uma criança descobre que um gelado de morango, em pleno verão, é a melhor coisa que lhe podem dar. Tornavas-me na criança adulta mais feliz deste mundo (perdoar-me-ão a ousadia da minha afirmação, mas era verdadeiramente feliz.), pela protecção, pelo carinho, pelas meiguices. Por aquilo que juntos descobrimos. Pelo que é bom. Pelo que era bom. Pelo que era tão bom. Pelo amor, que juntos descobrimos.
Pela criança que fui nos teus braços, e que tanto queria que não fugisse.

Feliz dia da criança, também para ti.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Amor

Quando achares que nunca amaste verdadeiramente ninguém, olha para o teu pai e para a tua mãe. Será que não os amas de todo o coração?

Amo-vos.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Indecisões

Subo para um sitio bem alto. Sinto-me como se morasse num pedestal. À minha volta é tudo tão pequeno, as pessoas estão tão lá em baixo, e eu tão cá em cima. Não devo ser pessoa. As pessoas que eu amo, essas, também estão lá em baixo. Tão pequenas, mas parecem tão felizes, a concretizar os seus sonhos e a projectar muitos mais. 
Sou fraca, sou superficial, sou banal. Porque me deixei elevar, ou elevarem-me, para cima deste "trono" alto, onde me sinto como uma boneca de porcelana, ou talvez, uma boneca de plástico, que se for lançada ao fogo, irá desaparecer sem deixar rasto. 
Tenho medo. De hoje, e de amanhã. Apenas gostava que me viessem como sou, ou como quero ser.  Sem ser flor de estufa, sem ter que usar maquilhagem para "ficar mais bonita". Quero ser natural. Quero ajudar, sem que me apontem o dedo, ou que me digam que há outras pessoas para fazer o trabalho.
Estou cansada. De chorar. E de rir. Rir para mostrar que está tudo bem, e que sou uma menina obediente que gosta da vida que leva. Chorar, porque não é este o "mundo" que quero para mim.
Enquanto não parar, enquanto não der tempo a mim, não vou conseguir entender o que ando aqui a fazer.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Cinderela

Há alturas em que me sinto como a Cinderela. Mas uma Cinderela diferente:
- Descalça e sem saber o que é um sapato de cristal;
- Com o vestido sujo;
- Com lágrimas no rosto.
O príncipe que todas diziam amar, afinal não era como o idealizavam e tratou-a como se fosse lixo. Este príncipe não seguiu a história, nem respeitou as personagens. Tornou-se num príncipe real e banal.
Caminho por aí, sem caminho certo e sem nada conhecer. Paro junto a um lago. A noite confere-lhe uma escuridão imensa e, nem ao bailado de um peixe entre as águas dá para assistir. Mas, a lua da-lhe uma certa claridade, espelhando-o. Olho para mim, através do reflexo da água e deparo-me com a maquilhagem toda esborratada. Limpo a face, e dá para reparar no encanto do rosto, embora triste. 

domingo, 29 de abril de 2012

Avó

Conheces as papoilas? Flor vermelha, que nasce espontâneamente, mas muito frágil. Um dia quando encontrares uma, experimenta a arranca-la para ti. Observa-a bem; não se vai aguentar viçosa por mais de cinco minutos, não vai ter como se defender. Vai tornar-se, a cada segundo que passa, mais frágil, até morrer por completo. 
É o que nos acontece, por cada dia que envelhecemos. Vamos ficando sem defesas, até um dia falecer. A minha avó, era como se fosse a minha papoila, que guardo entre os livros, a servir de marcador. Quando lhe tirei a vida pensei que ia continuar a brilhar sempre, mas estava enganada. Morreu. E a minha avó morreu, não porque eu lhe tirei a vida, mas porque tão simplesmente chegou a altura dela. 
Assistiu a um dos meus primeiros sorrisos, deu-me um dos meus primeiros banhos, ouviu uma das minhas primeiras palavras, viu como dei um dos meus primeiros passos. Ouvi uma das primeiras histórias de encantar, daquelas que nos fazem sonhar, ao colo dela e também chorei no seu ombro. Tanto aprendi com as histórias de vida dela, o que viu, o que sentiu, o que viveu. A minha avó era forte, e sempre me ensinou a ser forte. Agora chegou a minha hora de ser forte.
Dizem-me que ainda tenho a outra avó, mas uma pessoa não faz esquecer outra. É como o primeiro amor que nunca se esquece. 
Chegou a altura de trazer ao coração, todas as boas recordações que tenho dela:
- De se ter cansado de rir, quando, em pequena, me cortei porque quis por tulicreme no pão sozinha;
- De ralhar quando eu me escondia e principalmente quando sabia que eu tinha feito asneira;
- De me ter ensinado as contas básicas se somar;
- De se rir quando eu queria dormir com todos os meus peluches na cama;
E tantos outros "des" que eu poderia agora referir.
Pensa que a tua vida é como se fossem aqueles cinco minutos, desde que arrancas a papoila e ela morre. Repara como agora estás bem, e como daqui a cinco minutos podes já não estar. Por isso, nunca guardes para ti aquelas palavras de que às vezes podes ter medo ou vergonha de dizer. Pode nunca mais surgir oportunidade de o fazeres. Não tenhas vergonha de dizer o quanto gostas de uma pessoa, ou simplesmente, mostrar-lhe o quanto a amas. 
Por tudo o que foste e, por tudo o que és para mim:

Amo-te  Avó.


segunda-feira, 23 de abril de 2012

Desabafo

Irrita-me: irrita-me solenemente todo aquele homem que apenas atribui uma função à mulher. Não quero usar as palavras, porque não pretendo ser grosseira, mas tira-me do sério. Todo aquele que apenas usa a expressão "gosto de ti" para satisfazer o seu próprio prazer, ah, lamento, mas não é homem, não é nada! Qualquer cão, que no fundo "usa" uma cadela para garantir criação, está acima do homem que usa a mulher apenas para sexo. (Acabei por dizer.) Estou mesmo a falar de sexo, porque se fosse fazer amor, seria um homem com um H. Porque esse homem não iria apenas em busca do seu prazer, mas preocupar-se-ia com a sua parceira. E tenho dito: irrita-me o homem, em vez do Homem.

Olhos

Já viste bem a capacidade dos teus olhos? Como eles te podem identificar contrariando aquilo que as tuas palavras dizem. Os olhos não metem. Tão simplesmente assumem as verdades que tu escondes. Podes dizer que estás feliz, mas quando te olharem nos olhos, vão perceber que apenas queres esconder aquilo que sentes.
Não gosto de palavras. Gosto dos gestos que confirmam as palavras. Palavras soltas, leva-as o vento, já ouviste dizer? Gosto daquilo que o olhar pode expressar, ou melhor daquilo que os olhos expressam. 
Os olhos falam tanto, sem falar. Não precisam de estudar aquilo que querem dizer, com palavras bonitas. Falam por si só; no silêncio. Já viste que com os olhos digo que te amo e, com as palavras tenho que dizer que te odeio?

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Não te magoes

Deste vazio que trago, existe uma enorme vontade de te dizer que te estás a magoar.
Sim, ele tem um jeito diferente. Ele consegue sempre um sorriso teu com todas aquelas palavras bonitas. Ele vai dizer que ficas mais bonita com o cabelo solto, que gosta dos teus olhos e que gosta de te ver sorrir. O que não vai dizer, é que diz isso a todas. Tu vais sentir-te bem quando ele te abraçar e quando sentires o cheiro do perfume dele por perto. Vais sentir-te nas nuvens quando ele te beijar, porque ele beija como mais ninguém. Os lábios dele são tão perfeitos, tão suaves, tão doces. O que tu não sabes, é que quando ele não está contigo, vai estar a repetir esses mesmos passos com outra rapariga qualquer. Aquela malícia, aquele jeito ternurento para te tratar vai soar a música nos teus ouvidos, e tu vais adormecer ao som dessa mesma música. Triste, vai ser quando acordares e finalmente perceberes que foste apenas mais uma que passou na vida dele, como uma companheira das horas vagas. Nessa altura, vai ser tarde. Tarde, porque te apaixonas-te. Vais olhar para ele como o grande amor da tua vida. Os teus olhos vão brilhar sempre que o vires, e nessa altura tu, para ele, apenas pertences ao passado. Vais chorar. Vais chorar, tanto como eu chorei e ainda choro. 
Vais à procura de conforto. Vais sentir-te bem por uns instantes, mas quando ele voltar a surgir nas tuas memórias que tanto gostavas de transportar para o presente, vais voltar a chorar. 
Se hoje digo isto é porque sei, o que passei, e o que estou a passar. Quero tanto que não te magoes. 
"Pudesse eu ter lido o futuro..."

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Deste sol.


Da sensação de mão cheia. Cheia de sonhos, transformados em grãos de areia que te escapam por entre os dedos. Grão a grão. E tão devagarinho que só passado um pouco é que te apercebes, que quase já tens a mão vazia. Foram, soltaram-se como pássaros que voaram, em busca de uma primavera onde de novo brilha o sol. "Já não há, nada de novo aqui, debaixo do sol." - Deste sol.
Amanhã, descobres que o inverno se foi, e a primavera traz consigo novos sonhos, transformados em tulipas que vais colher, do teu jardim de areia.

Eu e o Vagabundo

Entre estas cinco paredes, sinto-te cada vez mais próximo. O teu olhar faz o meu corpo mover-se, até ficar estatelado contra a parede. Envolves o meu rosto nas tuas mãos, enquanto te aproximas. Baixo a cabeça, porque um beijo significa muito para o pouco que te conheço, mas ficar inerte significa pouco para o muito que te conheço. Abraço-te. Aqui ficam as palavras que não te digo, os sorrisos que te escondo, as lágrimas que não te mostro, e os sonhos que edifico.

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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Tiago Pereira

Hoje quero brincar contigo. Sim, não te assustes, é isso mesmo, brincar. E ralhar contigo também: por teres mexido nas minhas coisas, por teres deixado as tuas coisas espalhadas pela casa. Quero conversar contigo, frente a frente. Tu sentado de um lado e eu do outro, talvez a comer serradura (o teu doce favorito). Quero falar-te da minha vida e da tua também, e se possível, ensinar-te o pouco que sei. Quero ajudar-te a organizar os teus planos (infantis) para o futuro e brincar contigo. Quero despentear esse teu cabelo liso, enquanto conversamos e tu começas a ficar com cara de mau e a dizer para eu parar.
Tantas vezes acabo a ralhar contigo, mas não é por mal, mas sim porque gosto de ter o meu espaço.
Desde o dia em que nasceste que quero dividir os meus sonhos contigo, mas outros quero-os só para mim, para assim nos diferenciarmos como irmãos.
Sabes bem que quando queres uma coisa, se não te puder dar, vou partilhar o mais idêntico que tenha contigo. Eu divido o meu mundo contigo, sem vergonhas, distâncias (apesar de existir), nem preconceitos. 
Tu fazes-me crescer, fazes-me acreditar, fazes-me sorrir, fazes-me chorar, fazes-me sonhar: e o mínimo que te posso fazer é amar.

(Talvez nunca leias isto :x)

Ao meu irmão

quinta-feira, 12 de abril de 2012

quarta-feira, 11 de abril de 2012

O som do meu silêncio


A musica que ouvíamos, deixou de ser escutada. Tornei-me surda, relativamente a esse som. Gosto mais do que ouço hoje porque me dá vida. Sim, é isto mesmo. E novamente vais julgar-me e dizer que é música "rasca". Mas é o que eu gosto. Posso ter direito a isso? Os gostos, principalmente os nossos, não se discutem.
Ao som da música que escuto, por cada tecla do piano que é tocada, é como se as tuas palavras fossem novamente pronunciadas. Continuo a escutar e afinal não estou certa. A melodia é verdadeira, as tuas palavras falsas. Por cada vez que dizias "gosto de ti", era como se o dissesses a mais que uma pessoa. Ladainhas e falinhas mansas. Tudo coisas que não gosto. Lábia é isso, que tu tens.
E hoje perguntas-me se é assim que sou feliz. Se estou melhor assim. A minha resposta nem é merecida aos teus ouvidos, pelo que me magoaste, ou por simplesmente ter diminuído na minha consideração.
Mas eu respondo. Sou feliz quando vejo que os outros estão bem (até mesmo tu, não duvides; nem tão pouco te desejo o mal). Sou feliz quando todos os dias me levanto cedo para ir para a faculdade. Sou feliz quando consigo fazer alguma coisa por mim própria, para mim, ou para os outros. Sou feliz quando consigo fazer esboçar um sorriso nos meus amigos. Sou feliz quando estou com aqueles de quem gosto. Sou feliz com tudo aquilo que faço. Sou feliz até quando me deito.
Então percebi que já não precisava de ti para ser feliz, por isso passaste para um sitio pequeno lá no fundo do meu coração. Deixaste de ser prioridade, porque na verdade, eu quero é ser feliz.
A música? Gosto muito dela, não só porque tu não gostas, mas porque para mim é o som do silêncio.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Abraço

Recorda-te que: vai sempre haver quem te abrace quando estás numa festa, e quem te abrace quando tu choras.
É isso que difere as pessoas.

A capacidade do teu botox

É extraordinária a forma como um bocadinho de rimel te muda as feições. A boneca de porcelana instala-se em ti, e  o "não me toques que me desafinas" é a tua frase predilecta. E tudo isso para quê? De que te vale, se depois, com a água da torneira, pura e cristalina tudo se desfaz e voltas a ser novamente tu? Nunca ouviste dizer que a água tudo lava? Ficas mais sincera com todas as tuas cicatrizes do que com um ligeiro (por mais ligeiro que seja), toque do batom. 
Tudo isto para te dizer, que tu és quem és, e não é a maquilhagem que te vai mudar, ou deve sequer mudar. 

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A história de encantar (o fim!)

Abro os olhos, meio ensonados, que se sentem obrigados a manter abertos, dada a hora tardia desta manhã, em que os raios solares entram velozmente, pela janela a dentro. Recordo-me do abraço que me deste, na noite anterior, antes de fecharmos os olhos, e nos rendermos ao sono profundo. Adormecemos abraçados. Olho para os lados e não estás. Primeiro penso que estava apenas a sonhar. Na verdade, a manhã rouba-me a sanidade mental, e enquanto não regresso a mim, sinto-me dividida entre o real e a ficção. 
Afinal, foi mesmo verdade. Mas durante esta noite, descobri o teu lado mais obscuro em que eu não passo apenas de mais uma conquista fugaz. Assim, não quero mais. Quero o fim. Não quero mais alimentar histórias de encantar, nem do fantástico. Quero viver o meu próprio eu, com os pés assentes em terreno sólido, e não em areia movediça. Terminou. A nossa história de encantar, chegou ao fim.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Tinha prometido que nunca iria chorar por nenhum homem (rapaz) e, hoje choro por ti.

segunda-feira, 26 de março de 2012

E lá vêm as putas de Condeixa...

Se estão, são umas vadias, desavergonhadas, atiradiças com aqueles trajes vergonhosos e mínimos; resumindo, são umas putas.
Se não estão, é porque estão todas muito ocupadas, a cumprir o seu ofício; resumindo, são putas.
Ou seja, quer estejam, quer não; quer seja manhã, tarde, noite ou madrugada, ser-lhes à sempre atribuído o nome de putas.
Preso por ter osso, e preso por não ter!

sexta-feira, 23 de março de 2012

"Amo-te"

Sim, falta-me a coragem para te dizer por palavras, aquilo que te digo com o olhar.
Amo-te.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Entre Ele e Ela

Entre nós nunca poderia resultar. É verdade, e por mais que me custe a admiti-lo. E porquê?
Porque Ele é bonito e Ela é feia;
Porque Ele tem um sorriso perfeito e espontâneo e Ela mal sabe sorrir;
Porque Ele é quem é, e Ela é quem nunca chega a ser;
Porque Ele tem um olhar vivo e brilhante e Ela tem um olhar baço;
Porque Ele tem vergonha de admitir que a abraça quando estão só os dois e Ela admite constantemente que se sente bem nos braços dele;
Porque Ele quer mais e Ela só o quer a ele.
E o que custa mais? É saber que, apesar de tudo, Amo-o como só o amo a Ele e a  mais ninguém.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Porque vale a pena pensar...

Se acordaste hoje mais saudável que doente, tens mais sorte que um milhão de pessoas, que não verão a próxima semana.

Se nunca experimentaste o perigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia da tortura, a dor da fome, tens mais sorte que 500 milhões de habitantes no mundo.

Se podes ir à igreja sem o medo de ser preso ou torturado, tens mais sorte que 3 milhões de pessoas no mundo.

Se tens comida na frigorífico, roupa no armário, um tecto sobre a cabeça, um lugar para dormir, considera-te mais rico que 75% dos habitantes deste mundo.

Se tens dinheiro no banco, na carteira ou uns trocos em qualquer parte, considera-te entre os 8% das pessoas com a melhor qualidade de vida no mundo.

Se os teus pais estão vivos e ainda juntos, considera-te uma pessoa muito, muito rara.
 
E agora pensa...

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

É tão bom...

- Quando estou contigo acredito que tudo é possível - disse ele, puxando-a para si e inclinando-se para a beijar. - Mas agora tenho tudo o que quero aqui mesmo nos meus braços.
Ele já lhe dera centenas ou mais de beijos que lhe punham a cabeça a andar à roda, mas agora, sozinhos num quarto quente e aconchegado, sem perigo de serem vistos ou interrompidos, não havia nada que perturbasse a paixão. Um beijo levou a outro, e deram por si, já ambos deitados sobre a cama.
Ela nunca imaginara que fazer amor pudesse trazer tanta felicidade, nem que ela própria pudesse ser tão despudorada. À medida que a mão dele se insinuava debaixo da saia do seu vestido e os seus dedos a exploravam, deu por si a arquear-se para se apertar contra ele, querendo mais, e a tirar-lhe a camisa das calças para poder-lhe afagar as costas.
A pele dele era macia e quente e os seus suspiros de prazer excitavam-na. Ele ajoelhou-se para tirar completamente a camisa.
- Temos que tirar esse vestido antes que se estrague - sussurrou ele e, sentando-se atrás dela e beijando-lhe o pescoço, desapertou-o lentamente e tirou-lho depois pela cabeça, deixando-a de roupa interior.
Ela soltou um arquejo quando ele desapertou a fita da sua combinação, expondo-lhe os seios, que acariciou. Já lhe tocara no peito centenas de vezes, mas através das roupas a sensação era esbatida e, enquanto as mãos dele envolviam e apertavam os seus seios, ela compreendeu que corria o perigo de ir longe de mais.
- Não podemos - disse ela, ofegante, tentando tapar-se.
- Oh.. eu não vou até ao fim - murmurou ele contra o peito dela. - Deixa-me amar-te só um bocadinho.
Finalmente ela ficou nua, ele despira-a até à última peça de roupa, incluindo as meias, e ela mal conseguia acreditar que era capaz de permitir que um homem lhe fizesse estas coisas. Ele beijou e chupou os seios dela, explorando com os dedos as suas partes secretas, e o corpo dela ardia e gritava por mais.
Quando ele despiu as calças, ela retesou-se, mas ele cobriu-a de beijos intensos e, pegando-lhe na mão, pousou-a em si.
- Não te penetro, prometo - disse ele. - Segura só aqui e dá-me prazer também.
Foi uma espécie de choque descobrir que o pénis de um homem podia tornar-se tão duro e grande, mas os seus gemidos de prazer, quando o envolveu com a mão, encheram-na de felicidade; nunca imaginara que duas pessoas pudessem dar uma à outra prazer tão delicioso.
- Meu amor - murmurou ele, enfiando bem os dedos dentro dela e apertando-se contra ela. - Abraça-me com mais força, faz-lhe festas. É tão bom.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

When will I see you again?

But I know I have a fickle heart and bitterness, and a wandering eye, and a heaviness in my head.





Gave you the space so you could breathe,
I kept my distance so you would be free,
And hope that you find the missing piece,
To bring you back to me.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Coragem = precisa-se!

Um dia, por mais que a coragem continue a ausentar-se de mim, ainda vou conseguir dizer-te, olhos nos olhos, que te amo.
Senão conseguir cara a cara, envio sms; o que só irá revelar ainda mais que não consigo confrontar-te quando se trata do que sinto.
ODEIO-ME!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Amo-te tanto, tanto, tanto, tanto...
E tu nem sequer imaginas o tamanho desse tanto! :(

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Cérebro

Todo o ser humano é dotado de um cérebro. De lamentar é todo aquele ser que ainda não descobriu a sua utilidade...

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Amo-te

Amo-te desde o crepúsculo até à aurora:
Porque durante o dia existem olhos, e há frente desses olhos tenho apenas que fingir que para mim és um estranho.
Mas AMO-TE.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Troca

Troquei um amor real, por um amor fictício.
Troquei quem me dava o mundo, por alguém a quem nem eu posso dar o mundo.
:'(

domingo, 29 de janeiro de 2012

D. S.

"Sinto-me agora diferente. É como se a doçura que captei em ti, se transformasse num veneno que mata lentamente. Oiço chamar ao longe. Encontro-te e perco-te outra vez. Num ano aconteceu tanta coisa que não me reconheço quando me olho ao espelho, a procurar uma calma que não chega. Em sonhos procuro-te de novo, ao ver-te não te vejo nem te alcanço. Acordo exausta e sozinha, viro-me na cama à procura de um momento de paz."

(Daniel Sampaio)

Assim me sinto.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Sentido, procura-se...

Apesar do frio que se faz sentir na rua, também a minha mente está mergulhada num frio profundo, equivalente a um enorme vazio. 
São assim estes dias em que me procuro e tento encontrar um sentido para a vida.

Amar dói?

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Dificuldade assombradora

Quantas e quantas vezes não temos dificuldade em exprimir aquilo que o nosso coração sente?

Tu nunca sentiste?

Eu já.


(Eu estou a senti-lo)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Impossível

Desejava ter-te como mais que meu amigo(a), mas isso é impossível.
Desejava ter-te nos meus braços, mas isso é impossível.
Desejava ter os teus lábios, mas isso é impossível.
Desejava poder cheirar o teu perfume a cada segundo, mas isso é impossível.
Desejava poder percorrer o teu corpo com as minhas mãos, mas isso é impossível.
Desejava partilhar contigo cada minuto da minha vida, mas isso é impossível.
Desejava sentir o teu olhar penetrando o meu, mas isso é impossível.
Desejava sentir a tua respiração quando por ventura te poderia tocar, mas isso é impossível.

E embora, seja impossível ter-te da maneira que desejo, quero manter aquilo que foi possível manter até hoje: a nossa amizade.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Gosto do teu olhar profundo, porque quando os teus olhos focam os meus, consigo "ler" o que te vai no pensamento.


sábado, 21 de janeiro de 2012

Dificuldade de expressão

Tal como o poeta que escreve poemas de amor, assim minhas mãos perfilham teu corpo e o meu olhar invade a tua alma.
Louco será aquele que por uma vez ousou dizer que nunca amou, pois estava a enganar a sua mente e o seu coração.
Amar, hoje, ontem, e amanhã novamente. Não sou louco(a) por amar, ou por reluzir a minha pupila, quando te encontras defronte do meu ser.
Mas afinal o que será o amor, amor verdadeiro? Que preenche um ser, ocupando assim todos os espaços vazios; não dando azo a que coisas mórbidas invadam seus pensamentos?
Não sei eu o que é o amor. Oh, não, não sei. Porque quando te ausentas, anseio regredir no tempo. 
Saberá alguém definir tal sentimento, que todo o ser já experimentou, cada qual à sua maneira?
Tenho dificuldade em expressar...o que é o amor. Ou será que o próprio amor não se define?
Amo-te, ontem, hoje, e amar-te-ei novamente amanhã!