Já Mariza, diz que é dela e nosso aquele fado.
A minha voz não permite. Num tom rouco, pronuncio as palavras da ausência. Poder-se-ia dizer que são de dor. Mas, a própria dor, quando melódicamente pronunciada, torna-se perceptível ao coração de todos. Diria que mais facilmente nos mexe o coração, a tristeza do que a alegria. Ou isso, é mais uma questão de personalidade e que se altera com o estado de espírito.
Faz sentido então dizer que, esta dor é minha. Não tua. Não a entendes. Não a sentes. Nem sei qual é o teu sentido, ou sequer o teu espírito.
(Ao som de: Fala-me de Amor, Santos e Pecadores)
(Ao som de: Fala-me de Amor, Santos e Pecadores)
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