- Quando estou contigo acredito que tudo é possível - disse ele, puxando-a para si e inclinando-se para a beijar. - Mas agora tenho tudo o que quero aqui mesmo nos meus braços.
Ele já lhe dera centenas ou mais de beijos que lhe punham a cabeça a andar à roda, mas agora, sozinhos num quarto quente e aconchegado, sem perigo de serem vistos ou interrompidos, não havia nada que perturbasse a paixão. Um beijo levou a outro, e deram por si, já ambos deitados sobre a cama.
Ela nunca imaginara que fazer amor pudesse trazer tanta felicidade, nem que ela própria pudesse ser tão despudorada. À medida que a mão dele se insinuava debaixo da saia do seu vestido e os seus dedos a exploravam, deu por si a arquear-se para se apertar contra ele, querendo mais, e a tirar-lhe a camisa das calças para poder-lhe afagar as costas.
A pele dele era macia e quente e os seus suspiros de prazer excitavam-na. Ele ajoelhou-se para tirar completamente a camisa.
- Temos que tirar esse vestido antes que se estrague - sussurrou ele e, sentando-se atrás dela e beijando-lhe o pescoço, desapertou-o lentamente e tirou-lho depois pela cabeça, deixando-a de roupa interior.
Ela soltou um arquejo quando ele desapertou a fita da sua combinação, expondo-lhe os seios, que acariciou. Já lhe tocara no peito centenas de vezes, mas através das roupas a sensação era esbatida e, enquanto as mãos dele envolviam e apertavam os seus seios, ela compreendeu que corria o perigo de ir longe de mais.
- Não podemos - disse ela, ofegante, tentando tapar-se.
- Oh.. eu não vou até ao fim - murmurou ele contra o peito dela. - Deixa-me amar-te só um bocadinho.
Finalmente ela ficou nua, ele despira-a até à última peça de roupa, incluindo as meias, e ela mal conseguia acreditar que era capaz de permitir que um homem lhe fizesse estas coisas. Ele beijou e chupou os seios dela, explorando com os dedos as suas partes secretas, e o corpo dela ardia e gritava por mais.
Quando ele despiu as calças, ela retesou-se, mas ele cobriu-a de beijos intensos e, pegando-lhe na mão, pousou-a em si.
- Não te penetro, prometo - disse ele. - Segura só aqui e dá-me prazer também.
Foi uma espécie de choque descobrir que o pénis de um homem podia tornar-se tão duro e grande, mas os seus gemidos de prazer, quando o envolveu com a mão, encheram-na de felicidade; nunca imaginara que duas pessoas pudessem dar uma à outra prazer tão delicioso.
- Meu amor - murmurou ele, enfiando bem os dedos dentro dela e apertando-se contra ela. - Abraça-me com mais força, faz-lhe festas. É tão bom.