Tal como o poeta que escreve poemas de amor, assim minhas mãos perfilham teu corpo e o meu olhar invade a tua alma.
Louco será aquele que por uma vez ousou dizer que nunca amou, pois estava a enganar a sua mente e o seu coração.
Amar, hoje, ontem, e amanhã novamente. Não sou louco(a) por amar, ou por reluzir a minha pupila, quando te encontras defronte do meu ser.
Mas afinal o que será o amor, amor verdadeiro? Que preenche um ser, ocupando assim todos os espaços vazios; não dando azo a que coisas mórbidas invadam seus pensamentos?
Não sei eu o que é o amor. Oh, não, não sei. Porque quando te ausentas, anseio regredir no tempo.
Saberá alguém definir tal sentimento, que todo o ser já experimentou, cada qual à sua maneira?
Tenho dificuldade em expressar...o que é o amor. Ou será que o próprio amor não se define?
Amo-te, ontem, hoje, e amar-te-ei novamente amanhã!
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